Os Estados Unidos reativaram sua IV frota naval, conforme matéria publicado no jornal Le Monde Diplomatique Brasil,edição de julho de 2008. Seria apenas mais uma notícia sobre o poderio bélico norte-americano e motivo de preocupação para os países sul-americanos,pois quando olhamos para a história da América Latina e a política agressiva dos EUA para a região sob a liderança do presidente Theodore Roosevelt, defensor da "política do grande porrete", fica evidente a cultura belicista e intervencionista norte-americana para a região. É atribuída a esse governante a frase:"Com os latinos fale manso, mas tenha sempre um porrete à mão."
Primeiro eles mostraram as armas,hoje,em matéria publicada em"O Globo" no caderno de economia,o senhor Carl Meacham,assessor sênior da Comissão de Relações Exteriores do Senado norte-americano defendeu uma aproximação maior entre os políticos brasileiros norte-americanos falando que é importante existir uma agenda específica para o legislativo dos dois países. Ele disse que se os brasileiros querem derrubar as tarifas sobre o etanol brasileiro ,precisam conversar com o Congresso dos EUA,pois é por lá que estas decisões passam.
Negociações, conversas,aproximação econômica mas, em meio a esse discurso a IV Frota Naval está a postos. As bases militares norte-americanas em El Salvador,Paraguai, entre outras, estão ativas e o orçamento para a indústria bélica nos EUA continua elevado. É preciso que os governos sul-americanos estejam atentos e coesos para não serem surpreendidas por ações divisionistas como,no passado, o apoio que os EUA deram ao Panamá, então território que integrava a Colômbia, para que este se tornasse um Estado Independente.
A Colômbia tem servido aos propósitos políticos norte-americanos mas o seu isolacionismo crescente pode fazer com que o presidente Uribe reveja sua política externa e, no conjunto das questões que se apresentam,dos novos desafios que estão diretamente ligados a temas de ordem geoeconômica,a criação de um Conselho de Defesa do Cone Sul, e uma maior aproximação com a Comunidade Européia são desafios que se impõe no plano das Relações Exteriores das nações sul-americanas.
Primeiro eles mostraram as armas,hoje,em matéria publicada em"O Globo" no caderno de economia,o senhor Carl Meacham,assessor sênior da Comissão de Relações Exteriores do Senado norte-americano defendeu uma aproximação maior entre os políticos brasileiros norte-americanos falando que é importante existir uma agenda específica para o legislativo dos dois países. Ele disse que se os brasileiros querem derrubar as tarifas sobre o etanol brasileiro ,precisam conversar com o Congresso dos EUA,pois é por lá que estas decisões passam.
Negociações, conversas,aproximação econômica mas, em meio a esse discurso a IV Frota Naval está a postos. As bases militares norte-americanas em El Salvador,Paraguai, entre outras, estão ativas e o orçamento para a indústria bélica nos EUA continua elevado. É preciso que os governos sul-americanos estejam atentos e coesos para não serem surpreendidas por ações divisionistas como,no passado, o apoio que os EUA deram ao Panamá, então território que integrava a Colômbia, para que este se tornasse um Estado Independente.
A Colômbia tem servido aos propósitos políticos norte-americanos mas o seu isolacionismo crescente pode fazer com que o presidente Uribe reveja sua política externa e, no conjunto das questões que se apresentam,dos novos desafios que estão diretamente ligados a temas de ordem geoeconômica,a criação de um Conselho de Defesa do Cone Sul, e uma maior aproximação com a Comunidade Européia são desafios que se impõe no plano das Relações Exteriores das nações sul-americanas.