A seleção feminina brasileira de basquetebol venceu Cuba em um jogo de superação. Ficou evidente o espírito de equipe e a atuação de um técnico que sabe o que quer. O treinador tem exata noção da maneira como um esporte coletivo deve ser jogado e onde a rotação de jogadores e o uso do banco precisam ser utilizados como um recurso adicional. Não existe dona da vaga, mesmo grandes jogadoras como Hortência, Paula e, mais recentemente, Janeth, têm dias em que estão abaixo de seu padrão habitual.
Kelly e Micaela jogaram acima da média que vinham apresentando nesse torneio e contribuíram muito para a vitória brasileira. E também é preciso ressaltar que as meninas que vieram do banco jogaram com perfeita noção de sua importância para um objetivo comum ao grupo e isso fez muita diferença.
A derrota para a Bielorússia foi responsabilidade coletiva e também hoje a vitória sobre Cuba evidenciou o que de mais importante o novo técnico trouxe para a seleção: Espírito de grupo,solidariedade, vontade de superar as adversidades e transformar crise em oportunidade.
Faz muito que acompanho a seleção brasileira e o que sempre me incomodou nos outros técnicos que comandaram nossos times foi estarem presos a um número fixo de jogadores, como se fosse futebol onde existe limite para substituições. Bernardinho usa o banco e o volei tem obtido excelentes resultados e eu esperava alguém com essa noção comandando a seleção de basquete. Paulo Bassul mostrou que, além de jogar com o banco,conhece estratégia, sabe pedir tempo e usar os momentos exatos para mexer na equipe e este avanço produzirá bons resultados.
Técnico jovem mas que tem estado com a seleção na qualidade de auxiliar, afastou-se após o pré-olímpico das Américas porque divergiu do então treinador Barbosa, cujas substituições eram previsíveis e a visão de jogo, no meu entender era deficiente. Vamos às Olimpíadas e espero que a seleção masculina, desfalcada de suas estrelas da NBA se inspire no espírito coletivo das menias.
Espero que Iziane pense em suas atitudes e declarações recentes mas,para o bem do grupo e tranqüilidade do treinador, é melhor manter essa equipe. No caso da Iziane ficou claro que não é confiável para qualquer treinador que precise dela mas priorize o jogo coletivo ao invés de talentos individuais que podem ser desagregadores.
Há uma pivô alta, que jogou no Pan Americano, é branca mas sabe enterrar, tem altura, é jovem e acredito que talvez pudesse ser valiosa quando enfrentarmos pivôs altas e precisarmos de substitutas para Kelly e Ega. O problema é excluir alguém desse grupo, pois todas as meninas que disputaram o torneio até a vitória sobre Cuba fizeram por merecer ter o passaporte carimbado para Pequim. Há uma vaga, a de Iziane, a ser preenchida.Espero que venha mais uma jogadora consciente de que o time são as doze, é assim que se conquistam vitórias.
Kelly e Micaela jogaram acima da média que vinham apresentando nesse torneio e contribuíram muito para a vitória brasileira. E também é preciso ressaltar que as meninas que vieram do banco jogaram com perfeita noção de sua importância para um objetivo comum ao grupo e isso fez muita diferença.
A derrota para a Bielorússia foi responsabilidade coletiva e também hoje a vitória sobre Cuba evidenciou o que de mais importante o novo técnico trouxe para a seleção: Espírito de grupo,solidariedade, vontade de superar as adversidades e transformar crise em oportunidade.
Faz muito que acompanho a seleção brasileira e o que sempre me incomodou nos outros técnicos que comandaram nossos times foi estarem presos a um número fixo de jogadores, como se fosse futebol onde existe limite para substituições. Bernardinho usa o banco e o volei tem obtido excelentes resultados e eu esperava alguém com essa noção comandando a seleção de basquete. Paulo Bassul mostrou que, além de jogar com o banco,conhece estratégia, sabe pedir tempo e usar os momentos exatos para mexer na equipe e este avanço produzirá bons resultados.
Técnico jovem mas que tem estado com a seleção na qualidade de auxiliar, afastou-se após o pré-olímpico das Américas porque divergiu do então treinador Barbosa, cujas substituições eram previsíveis e a visão de jogo, no meu entender era deficiente. Vamos às Olimpíadas e espero que a seleção masculina, desfalcada de suas estrelas da NBA se inspire no espírito coletivo das menias.
Espero que Iziane pense em suas atitudes e declarações recentes mas,para o bem do grupo e tranqüilidade do treinador, é melhor manter essa equipe. No caso da Iziane ficou claro que não é confiável para qualquer treinador que precise dela mas priorize o jogo coletivo ao invés de talentos individuais que podem ser desagregadores.
Há uma pivô alta, que jogou no Pan Americano, é branca mas sabe enterrar, tem altura, é jovem e acredito que talvez pudesse ser valiosa quando enfrentarmos pivôs altas e precisarmos de substitutas para Kelly e Ega. O problema é excluir alguém desse grupo, pois todas as meninas que disputaram o torneio até a vitória sobre Cuba fizeram por merecer ter o passaporte carimbado para Pequim. Há uma vaga, a de Iziane, a ser preenchida.Espero que venha mais uma jogadora consciente de que o time são as doze, é assim que se conquistam vitórias.
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