A equipe brasileira masculina de basquetebol não vai poder contar com o pivô Anderson Varejão porque o time norte americano no qual ele joga não o liberou e acaba de fazer o mesmo com um jogador lituano que também atua no Cleveland Cavaliers. Seria compreensível levando-se em conta os salários pagos no basquete profissional dos EUA mas, o mesmo time liberou uma de suas estrelas, Lebron James para jogar nas olimpíadas.
Os EUA ainda estão ressentidos pela derrota nos jogos de Atenas, quando não foram competentes para vencer a Argentina, que também tem jogadores atuando na NBA e a respeito dos quais, até o momento não houve notícia de veto dos clubes aos quais estão ligados e, caso isso venha a ocorrer ficará a dúvida: estaria a NBA impedindo os atletas estrangeiros que atuam no basquete americano para, dessa forma, garantir que não terão de enfrentar equipes competitivas?
Anderson Varejão aceitou o veto que sua equipe lhe impôs, ainda não sei o que fará o jogador lituano mas, gostaria muito que ele decidisse enfrentar seus empregadores e jogasse nas olimpíadas de Pequim defendendo seu país, coisa que os brasileiros desistiram e, só me resta tornar a dizer: QUE SAUDADES DO OSCAR, DO MARCEL, DO MAURY,e de outros para os quais era um dever cívico, um ritual sagrado, usar a camisa verde e amarela que significava O País em quadra.
Acredito que haja meios para montar uma equipe competitiva nos EUA e disputar as olimpíadas sem impedir que os estrangeiros que atuam na NBA de jogarem por seus países. Mas, assim como eles não precisam agir desta forma, deveria haver por parte dos jogadores, nesse caso falo específicamente dos brasileiros, uma atitude e uma postura mais digna porque representar o país deveria ser importante e ainda é uma grande vitrine.
Os EUA ainda estão ressentidos pela derrota nos jogos de Atenas, quando não foram competentes para vencer a Argentina, que também tem jogadores atuando na NBA e a respeito dos quais, até o momento não houve notícia de veto dos clubes aos quais estão ligados e, caso isso venha a ocorrer ficará a dúvida: estaria a NBA impedindo os atletas estrangeiros que atuam no basquete americano para, dessa forma, garantir que não terão de enfrentar equipes competitivas?
Anderson Varejão aceitou o veto que sua equipe lhe impôs, ainda não sei o que fará o jogador lituano mas, gostaria muito que ele decidisse enfrentar seus empregadores e jogasse nas olimpíadas de Pequim defendendo seu país, coisa que os brasileiros desistiram e, só me resta tornar a dizer: QUE SAUDADES DO OSCAR, DO MARCEL, DO MAURY,e de outros para os quais era um dever cívico, um ritual sagrado, usar a camisa verde e amarela que significava O País em quadra.
Acredito que haja meios para montar uma equipe competitiva nos EUA e disputar as olimpíadas sem impedir que os estrangeiros que atuam na NBA de jogarem por seus países. Mas, assim como eles não precisam agir desta forma, deveria haver por parte dos jogadores, nesse caso falo específicamente dos brasileiros, uma atitude e uma postura mais digna porque representar o país deveria ser importante e ainda é uma grande vitrine.
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