Ontem,19/06/2008 foi noticiado pela imprensa nacional e internacional que o banco norte americano JP Morgan rebaixou a classificação das ações das empresas brasileiras alegando que os riscos de inflação ameaçavam os fundamentos da economia do Brasil, há risco de instabilidade e por isso não seria,na visão do banco JP Morgan, seguro investir em empresas brasileiras.
Faz poucos meses o Brasil recebeu o Grau de Investimento por parte de agências norte americanas e isto fez com que a Bolsa de Valores de São Paulo,BOVESPA, tivesse em um único dia um aumento superior a 5 pontos percentuais com empresas alcançando valorização intensa e chamando a atenção de investidores estrangeiros que, com o grau de investimento passaram a julgar seguro investir na BOVESPA.
Mas algo que me deixou curioso foi o fato de que estas agências que atestam se um país é ou não seguro para receber investimentos, o banco JP Morgan, que reduziu a classificação das empresas brasileiras, foram incapazes de ver que o sistema hipotecário norte americano estava à beira do colapso. Um dos maiores bancos dos EUA, Bear & Stearns não superou a crise e acabou sendo comprado por um valor bem abaixo do que valia até que suas perdas foram divulgadas e, a operação contou com a ajuda do Federal Reserve, o equivalente norte americano ao nosso Banco Central.
Diante destas questões é necessário saber quem fiscaliza o fiscal?quem recomenda ser o mercado dos EUA seguro ou não? Não seria a hora de países emergentes também poderem avaliar outros?agências do bloco formado por Brasil,Rússia, Índia e China (BRIC)também deveriam poder avaliar a conveniência de investir nos EUA e mesmo a Comunidade Européia deveria analisar questões dessa natureza.
A força econômica norte americana fez com que Wall Street ditasse o ritmo dos negócios financeiros no mundo durante várias décadas mas hoje em dia, considerando a progressiva desvalorização do dólar em nível mundial, até mesmo este conceito de ser a moeda norte americana o padrão financeiro mundial, é algo que está sendo reavaliado e, segundo alguns especialistas, existe relação direta entre o aumento dos preços do petróleo e a desvalorização do dólar.
Faz poucos meses o Brasil recebeu o Grau de Investimento por parte de agências norte americanas e isto fez com que a Bolsa de Valores de São Paulo,BOVESPA, tivesse em um único dia um aumento superior a 5 pontos percentuais com empresas alcançando valorização intensa e chamando a atenção de investidores estrangeiros que, com o grau de investimento passaram a julgar seguro investir na BOVESPA.
Mas algo que me deixou curioso foi o fato de que estas agências que atestam se um país é ou não seguro para receber investimentos, o banco JP Morgan, que reduziu a classificação das empresas brasileiras, foram incapazes de ver que o sistema hipotecário norte americano estava à beira do colapso. Um dos maiores bancos dos EUA, Bear & Stearns não superou a crise e acabou sendo comprado por um valor bem abaixo do que valia até que suas perdas foram divulgadas e, a operação contou com a ajuda do Federal Reserve, o equivalente norte americano ao nosso Banco Central.
Diante destas questões é necessário saber quem fiscaliza o fiscal?quem recomenda ser o mercado dos EUA seguro ou não? Não seria a hora de países emergentes também poderem avaliar outros?agências do bloco formado por Brasil,Rússia, Índia e China (BRIC)também deveriam poder avaliar a conveniência de investir nos EUA e mesmo a Comunidade Européia deveria analisar questões dessa natureza.
A força econômica norte americana fez com que Wall Street ditasse o ritmo dos negócios financeiros no mundo durante várias décadas mas hoje em dia, considerando a progressiva desvalorização do dólar em nível mundial, até mesmo este conceito de ser a moeda norte americana o padrão financeiro mundial, é algo que está sendo reavaliado e, segundo alguns especialistas, existe relação direta entre o aumento dos preços do petróleo e a desvalorização do dólar.
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