As recentes notícias relativas às reuniões da OMC fazem referência ao fato de o Brasil ter concordado com algumas das propostas da UE e que esta postura teria contrariado aliados como Argentina e Índia. O chanceler Celso Amorim destacou a importâcia de levar adiante as negociações e reconhecer que as assimetrias existentes entre os países que integram o G-20 não podem inviabilizar acordos positivos em última instância.
O Brasil hoje é um importante interloutor dos países ricos e, um articulador hábil que tem sabido organizar suas demandas e atrair outros países para, em bloco, negociar em situações mais favoráveis. Os países ricos, sobretudo da Europa e América do Norte querem que liberalizemos tarifas em troca de cortes nos subsídios agrícolas que praticam. Há de se levar em conta que, na atual conjuntura de crise econômica e queda na produção e nos empregos, vivenciada pelos Estados Unidos e com reflexos em todas as outras economias, cortar subsídios não é benefício nem favor aos outros países, antes de tudo, é uma necessidade real da economia norte-americana.
Desta forma, ainda existe muita coisa a ser negociada na rodada Doha da OMC e, creio que a postura brasileira tem sido próativa, mas não estão sendo feitas concessões que nos prejudiquem e as críticas do empresariado brasileiro devem ser analisadas com cautela e devemos sempre buscar negociações que visem o desenvolvimento sustentado e seguro de nossa economia.
As críticas que o liberalismo faz às tarifas protecionistas adotadas por países em desenvolvimento,economias emergentes como ïndia e Brasil,não se sustentam na medida em que a UE e os EUA são protecionistas e além disso praticam subsídios que desvirtuam preços de diversos produtos,especialmente alimentícios.
O mundo está passando por intensas transformações e o fato de haver pessoas que hoje se alimentam melhor porque a economia de seus países se estabilizou e os governos praticam políticas sociais mais abrangentes fez com que surgissem especulações relacionadas à produção de etanol a partir do bagaço da cana-de-açúcar e o Brasil estaria sacrificando aŕeas para cultivo de alimentos em prol da cultura de cana,o que não é verdade.Os espaços para plantio de alimentos no Brasil são muito vastos e os custos de produção em nosso país tornam o agronegócio muito competitivo e isso assusta outros países,especialmente na UE.
As mentiras sobre o etanol já foram devidamente esclarecidas e o secretário da FAO reconheceu que o Brasil não está comprometendo suas áreas para cultivo de alimentos e nossa capacidade competitiva para produzir combustíveis alternativos,de fontes renováveis,a baixos custos é realmente a fonte da preocupação de muitos daqueles que nos criticam.O Brasil negocia na OMC mas preserva nossos interesses e os países com os quais nos articulamos também compreendem nossa posição.
o Brasil optou não integrar a OCDE e tem sido leal aos seus aliados. A imprensa noticia desfavoravelmente ações de nossa política externa sem buscar aprofundar-se nos temas. A verdade é que,depois do obscurantismo da era FHC,a atuação do Itamaraty tem sido qualificada e com resultados muito positivos para o Brasil.
O Brasil hoje é um importante interloutor dos países ricos e, um articulador hábil que tem sabido organizar suas demandas e atrair outros países para, em bloco, negociar em situações mais favoráveis. Os países ricos, sobretudo da Europa e América do Norte querem que liberalizemos tarifas em troca de cortes nos subsídios agrícolas que praticam. Há de se levar em conta que, na atual conjuntura de crise econômica e queda na produção e nos empregos, vivenciada pelos Estados Unidos e com reflexos em todas as outras economias, cortar subsídios não é benefício nem favor aos outros países, antes de tudo, é uma necessidade real da economia norte-americana.
Desta forma, ainda existe muita coisa a ser negociada na rodada Doha da OMC e, creio que a postura brasileira tem sido próativa, mas não estão sendo feitas concessões que nos prejudiquem e as críticas do empresariado brasileiro devem ser analisadas com cautela e devemos sempre buscar negociações que visem o desenvolvimento sustentado e seguro de nossa economia.
As críticas que o liberalismo faz às tarifas protecionistas adotadas por países em desenvolvimento,economias emergentes como ïndia e Brasil,não se sustentam na medida em que a UE e os EUA são protecionistas e além disso praticam subsídios que desvirtuam preços de diversos produtos,especialmente alimentícios.
O mundo está passando por intensas transformações e o fato de haver pessoas que hoje se alimentam melhor porque a economia de seus países se estabilizou e os governos praticam políticas sociais mais abrangentes fez com que surgissem especulações relacionadas à produção de etanol a partir do bagaço da cana-de-açúcar e o Brasil estaria sacrificando aŕeas para cultivo de alimentos em prol da cultura de cana,o que não é verdade.Os espaços para plantio de alimentos no Brasil são muito vastos e os custos de produção em nosso país tornam o agronegócio muito competitivo e isso assusta outros países,especialmente na UE.
As mentiras sobre o etanol já foram devidamente esclarecidas e o secretário da FAO reconheceu que o Brasil não está comprometendo suas áreas para cultivo de alimentos e nossa capacidade competitiva para produzir combustíveis alternativos,de fontes renováveis,a baixos custos é realmente a fonte da preocupação de muitos daqueles que nos criticam.O Brasil negocia na OMC mas preserva nossos interesses e os países com os quais nos articulamos também compreendem nossa posição.
o Brasil optou não integrar a OCDE e tem sido leal aos seus aliados. A imprensa noticia desfavoravelmente ações de nossa política externa sem buscar aprofundar-se nos temas. A verdade é que,depois do obscurantismo da era FHC,a atuação do Itamaraty tem sido qualificada e com resultados muito positivos para o Brasil.
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