Na década de 1980, após uma luta envolvendo a posse da fazenda Anoni, no RS,o Movimento dos Trabalhadores sem terra se afirmou como uma importante organização que pressionava legítimamente o governo para que fosse realizada uma ampla reforma agrária no Brasil, cuja história é marcada pela concentração de terras em grandes latifúndios muitas vezes improdutivos.
Grupos sociais de pressão sobre o poder constituído fazem parte da democracia e a busca por melhores condições de trabalho e vida é um anseio natural do ser humano.A sociedade brasileira tinha simpatias pela luta em prol da reforma agrária e acreditava ser justa a luta que passou a ser comandada pelo MST. Na década de 1990 o movimento cresceu e adquiriu expressão internacional, enviando representantes para diversos países onde foram expor a luta pela terra no Brasil.
Mas as ações foram se tornando mais violentas e não visavam apenas áreas improdutivas e essa situação começou a gerar intranquilidade e além destas práticas,foram feitas denúncias de que muitos assentados haviam vendido seus lotes. A luta pela reforma agrária havia se convertido em negócio, o MST já não era mais visto com aquela aura romântica que havia envolvido o movimento logo que o mesmo começou sua luta.
Em ações mais recentes, a invasão de uma fazenda pertencente a uma empresa de celulose no RS, com a destruição dos laboratórios e, a interdição da ferrovia da Vale do Rio doce causaram prejuízos e mostraram que o MST passou a praticar crimes comuns como seqüestro e invasão de prédios públicos. A exemplo do que aconteceu com as FARC na Colômbia, que começaram sua luta para mudar o país na década de 1970 e depois se associaram ao narcotráfico convertendo-se em um bando armado de criminosos, o MST também se despersonaliza e perde legitimidade.
A sociedade brasileira não pode ser refém de movimentos que, legítimos em sua orígem, perdem o foco de sua luta e tornam-se meras organizações criminosas. O Estado democrático de direito não convive nem dá respaldo ao caminho que o MST escolheu:depredação,sequestros,invasões de áreas produtivas. A punição por práticas criminosas está contida em nosso Código Penal e as autoridades competentes não devem sentir-se pressionadas pelo alcance político do MST, e o governo do presidente Lula também não será omisso aos excessos dessa organização.
Grupos sociais de pressão sobre o poder constituído fazem parte da democracia e a busca por melhores condições de trabalho e vida é um anseio natural do ser humano.A sociedade brasileira tinha simpatias pela luta em prol da reforma agrária e acreditava ser justa a luta que passou a ser comandada pelo MST. Na década de 1990 o movimento cresceu e adquiriu expressão internacional, enviando representantes para diversos países onde foram expor a luta pela terra no Brasil.
Mas as ações foram se tornando mais violentas e não visavam apenas áreas improdutivas e essa situação começou a gerar intranquilidade e além destas práticas,foram feitas denúncias de que muitos assentados haviam vendido seus lotes. A luta pela reforma agrária havia se convertido em negócio, o MST já não era mais visto com aquela aura romântica que havia envolvido o movimento logo que o mesmo começou sua luta.
Em ações mais recentes, a invasão de uma fazenda pertencente a uma empresa de celulose no RS, com a destruição dos laboratórios e, a interdição da ferrovia da Vale do Rio doce causaram prejuízos e mostraram que o MST passou a praticar crimes comuns como seqüestro e invasão de prédios públicos. A exemplo do que aconteceu com as FARC na Colômbia, que começaram sua luta para mudar o país na década de 1970 e depois se associaram ao narcotráfico convertendo-se em um bando armado de criminosos, o MST também se despersonaliza e perde legitimidade.
A sociedade brasileira não pode ser refém de movimentos que, legítimos em sua orígem, perdem o foco de sua luta e tornam-se meras organizações criminosas. O Estado democrático de direito não convive nem dá respaldo ao caminho que o MST escolheu:depredação,sequestros,invasões de áreas produtivas. A punição por práticas criminosas está contida em nosso Código Penal e as autoridades competentes não devem sentir-se pressionadas pelo alcance político do MST, e o governo do presidente Lula também não será omisso aos excessos dessa organização.
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