O plano de socorro financeiro enviado pelo governo Bush ao Congresso traz um misto de inquietação e esperança ao mercado financeiro:se,por um lado,o Congresso dos EUA reconhece a necessidade de tomar uma atitude e reordenar o mercado,por outro lado é um cheque de 700 bilhões de dólares que o governo espera receber sem que tenha dado provas de que seja confiável,sobretudo depois de 8 anos comandando o país,a maior parte deles sob a liderança de Alan Greenspan no Federal Reserve,sem que houvesse agido preventivamente no caso do subprime e,depois que Greenspan retirou-se do comando do banco,passou a ser o arauto da crise que ele não preveniu.
O Congresso norte-americano vive um situação curiosa:se rejeita o plano e a crise se aprofunda,será o responsável e de certa maneira isenta Bush,que tentou mas não teve apoio dos congressistas.Se aprova e a economia se recupera,salva o presidente de sua própria incompetência.Mas os representantes do povo norte-americano querem maiores garantias,um controle mais direto e eficiente sobre o setor financeiro.Não se trata apenas de salvar os bancos,algo que aconteceu em 1990 sem que tivessem aprendido com a crise,nesse momento a maior preocupação é relacionada diretamente com a implantação de controles mais eficientes sobre o sistema financeiro,algo que não agrada aos liberais em tempos nos quais o Mercado era o grande senhor e agente regulador de tudo.
Diante dessas incertezas o mercado continua envolto em especulações e volatilidade.Além dos problemas nos EUA,perspectivas de desaceleração na economia chinesa,com conseqüentes reduções no mercado de comodities,especulações com o câmbio,tudo isso afeta a economia em termos gerais e o Brasil precisa estar atento aos movimentos externos,muito embora o mercado interno tenha se desenvolvido,a classe média aumentou,assim como a distribuição de renda,o que foi bem analisado em recente reportagem na revista The Economist.
O Congresso norte-americano vive um situação curiosa:se rejeita o plano e a crise se aprofunda,será o responsável e de certa maneira isenta Bush,que tentou mas não teve apoio dos congressistas.Se aprova e a economia se recupera,salva o presidente de sua própria incompetência.Mas os representantes do povo norte-americano querem maiores garantias,um controle mais direto e eficiente sobre o setor financeiro.Não se trata apenas de salvar os bancos,algo que aconteceu em 1990 sem que tivessem aprendido com a crise,nesse momento a maior preocupação é relacionada diretamente com a implantação de controles mais eficientes sobre o sistema financeiro,algo que não agrada aos liberais em tempos nos quais o Mercado era o grande senhor e agente regulador de tudo.
Diante dessas incertezas o mercado continua envolto em especulações e volatilidade.Além dos problemas nos EUA,perspectivas de desaceleração na economia chinesa,com conseqüentes reduções no mercado de comodities,especulações com o câmbio,tudo isso afeta a economia em termos gerais e o Brasil precisa estar atento aos movimentos externos,muito embora o mercado interno tenha se desenvolvido,a classe média aumentou,assim como a distribuição de renda,o que foi bem analisado em recente reportagem na revista The Economist.
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