O governo dos EUA foi obrigdo a intervir nas duas maiores empresas que negociam hipotecas habitacionis no país:Faannie Mae e Freddie Mac.Duzentos bilhões de dólares foi o custo incial da intervenção a fim de evitar uma crise sistêmica nos bancos norte-americanos.Antes desta medida,já tinha sido feita uma operação envolvendo o Bear Sterns,banco que sentiu diretamente a crise em sua primeira etapa.O Lehman Brothers procura investidores externos e anuncia perdas substanciais.É um quadro de crise que atinge também a Europa e a Ásia e,a julgar pelos resultados pós intervenção,o mercado continua descrente e a instabilidade continua fazendo novas vítimas entre ivestidores das bolsas dos países emergentes,que vinham registrando ganhos nos últimos 5 anos,como foi o caso da BOVESPA.
O Estado Mínimo,a não-intervenção na economia, deixando que o mercado fosse o grande agente regulador e, conforme o credo neoliberal,o único fator de controle e equilíbrio, mostrou-se uma grande falácia e mais uma vez o que o mundo está vendo é a socialização dos prejuízos.Quando as autoridades financeiras dos EUA dizem que os contribuintes não serão prejudicados,na verdade eles já foram. Muitas pessoas ainda se lembram das maquiagem nas contas da Enron,dos funcionários que perderam suas economias porque aplicavam em ações da própria empresa que manipulava os dados e quando a falência chegou,não houve nada que pudessem fazer.
Perspectiva de recessão na Europa,desaceleração das economias na Ásia,especialmente a Chinesa,quedas nos preços das commodities,a irresponsabilidade dos avaliadores de mercado e das autoridades financeiras nos EUA contaminou outras economias e aparentemente a instabilidade deve durar por mais um ano, segundo alguns analistas.O investidor está assustado,foge dos riscos,procura minimizar as perdas mas não sabe para qual direção correr. Cautela e frieza é o que deve ser reomendado em um momento como esse. Quem preservou liquidez e tem disponibilidade de recursos para aguardar pode ver na crise uma grande oportunidade,o momento requer análise cuidadosa e é preciso evitar alarmismo,existe muita coisa acontecendo e ainda faltam informações sobre a real extensão da crise.
O Estado Mínimo,a não-intervenção na economia, deixando que o mercado fosse o grande agente regulador e, conforme o credo neoliberal,o único fator de controle e equilíbrio, mostrou-se uma grande falácia e mais uma vez o que o mundo está vendo é a socialização dos prejuízos.Quando as autoridades financeiras dos EUA dizem que os contribuintes não serão prejudicados,na verdade eles já foram. Muitas pessoas ainda se lembram das maquiagem nas contas da Enron,dos funcionários que perderam suas economias porque aplicavam em ações da própria empresa que manipulava os dados e quando a falência chegou,não houve nada que pudessem fazer.
Perspectiva de recessão na Europa,desaceleração das economias na Ásia,especialmente a Chinesa,quedas nos preços das commodities,a irresponsabilidade dos avaliadores de mercado e das autoridades financeiras nos EUA contaminou outras economias e aparentemente a instabilidade deve durar por mais um ano, segundo alguns analistas.O investidor está assustado,foge dos riscos,procura minimizar as perdas mas não sabe para qual direção correr. Cautela e frieza é o que deve ser reomendado em um momento como esse. Quem preservou liquidez e tem disponibilidade de recursos para aguardar pode ver na crise uma grande oportunidade,o momento requer análise cuidadosa e é preciso evitar alarmismo,existe muita coisa acontecendo e ainda faltam informações sobre a real extensão da crise.
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