Barak Obama e John McCain debateram ontem,o primeiro de uma série de 4 debates em que a população norte-americana vai tentar compreender as propostas dos dois candidatos e ver qual deles oferece ao país as melhores possibilidades neste momento de profunda crise econômica,desconfiança internacional quanto à capacidade dos EUA em gerenciarem de forma eficiente e confiável seu sistema econômico.
Após insuficientes 20 minutos nos quais cada candidato falou da crise financeira de modo genérico e pouco consistente,as questões centrais passaram a ser o combate ao terrorismo,política internacional e,como lidar com a guerra no Iraque,no Afeganistão,as ameças que representam o Irã e,potencialmente,o Paquistão e a Coréia do Norte.Também nesses casos,em linhas gerais,os dois candidatos possuem posturas próximas e,se alguns poderiam condenar McCain por defender um aumento de efetivos no Iraque a fim de por fim ao conflito,Barak Obama acredita que é melhor desmobilizar as tropas naquele país, mas isso não significaria trazer os soldados para casa,eles seriam enviados ao Afeganistão porque a luta é contra Osama Bin Laden e a Al Qaeda. Por essas posições, ambos são belicistas e continuam acreditando que os EUA devem continuar em sua "missão pacificadora" na qualidade de xerifes do mundo.
Para a América Latina não houve nada nesse debate que pudesse indicar mudanças nas relações,estreitamentos comerciais,entre outras propostas.Os dois candidatos pouco sabem sobre seu próprio Continente e nos discursos genéricos de ambos isso ficou bem claro.Os latinos em geral não esperam que um novo presidente dos EUA tenha propostas específicas para a América Latina mas,desconhecer as transformações em países como o Brasil,as recentes descobertas de reservas petrolíferas com enorme potencial,demonstra que do geral ao específico os dois candidatos precisam de acessores qualificados e uma compreensão mais nítida da realidade.
Países emergentes como os que compõe o BRIC,a nova realidade européia,a própria crise econômica nos EUA apontam em uma nova direção,vejamos o que os próximos debates irão trazer.
Após insuficientes 20 minutos nos quais cada candidato falou da crise financeira de modo genérico e pouco consistente,as questões centrais passaram a ser o combate ao terrorismo,política internacional e,como lidar com a guerra no Iraque,no Afeganistão,as ameças que representam o Irã e,potencialmente,o Paquistão e a Coréia do Norte.Também nesses casos,em linhas gerais,os dois candidatos possuem posturas próximas e,se alguns poderiam condenar McCain por defender um aumento de efetivos no Iraque a fim de por fim ao conflito,Barak Obama acredita que é melhor desmobilizar as tropas naquele país, mas isso não significaria trazer os soldados para casa,eles seriam enviados ao Afeganistão porque a luta é contra Osama Bin Laden e a Al Qaeda. Por essas posições, ambos são belicistas e continuam acreditando que os EUA devem continuar em sua "missão pacificadora" na qualidade de xerifes do mundo.
Para a América Latina não houve nada nesse debate que pudesse indicar mudanças nas relações,estreitamentos comerciais,entre outras propostas.Os dois candidatos pouco sabem sobre seu próprio Continente e nos discursos genéricos de ambos isso ficou bem claro.Os latinos em geral não esperam que um novo presidente dos EUA tenha propostas específicas para a América Latina mas,desconhecer as transformações em países como o Brasil,as recentes descobertas de reservas petrolíferas com enorme potencial,demonstra que do geral ao específico os dois candidatos precisam de acessores qualificados e uma compreensão mais nítida da realidade.
Países emergentes como os que compõe o BRIC,a nova realidade européia,a própria crise econômica nos EUA apontam em uma nova direção,vejamos o que os próximos debates irão trazer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário