A disputa eleitoral nos EUA está cada vez mais intensa e os ataques feitos ao candidato democrata,pois ele lidera as pesquisas, chegam a absurdos tais como: Obama é terrorista,é muçulmano,vai querer escravizar os brancos e,hoje a imprensa informou que a última foi:"Barak Obama é socialista".Bom,nem mesmo sei o que isso pode significar para "Joe,the plumber"( Joe,o encanador)citado por John McCain no último debate televisivo entre os candidatos.
Os americanos tem na cultura do medo algo bastante forte em sua construção político-ideológica e Michael Moore abordou essa questão em seu documentário "Tiros em Columbine". O medo dos índios,mais tarde,o medo dos negros,posteriormente,o medo dos imigrantes,do árabes,dos narcotraficantes e o vilão definitivo e apátrida é o genérico ser classificado como "Terrorista".
A idéia de apresentar Obama como um "socialista"que se dispõe a dialogar com Fidel Castro,Hugo Chaves,e outros líderes comunistas ou terroristas,como o presidente do Irã,sem impor pré-condições já foi bastante explorado nessa campanha como uma demonstração do despreparo do candidato Democrata para lidar com a intrincada política internacional.
Os democratas mostram que McCain e Sara Palin são uma continuação da atual administração:belicista,financeira e econômicamente irresponsável,basta demonstrar às pessoas que a continuidade da administração republicana vai aprofundar a recessão que já é sentida em vários estados norte-americanos.
Mas as duas campanhas falam aos eleitores sobre projetos para a saúde,defesa,educação,contenção da crise,combustíveis alternativos,entre muitas outras propostas.O que assusta é não ver nenhuma referência à dívida dos EUA que hoje está em torno de 52 trilhões de dólares,valor difícil de ser assimilado em qualquer país,independente da moeda.Para simplificar a compreensão dessa dívida,hoje cada família nos EUA deveria 480 mil dólares.
Os americanos devem estar mais atentos às soluções para esse problema.
E mesmo com esses problemas,os EUA ainda falam em estabilizar a política interna do Iraque,ameaçam o Irã,falam em manter tropas no Afeganistão até que tenham derrotado o Talibã e exterminado a Al-Qaeda.Os gastos com essa imensa máquina de guerra, em nada ajudam os norte-americanos que estão perdendo suas casas na crise das hipotecas,a grande farra do mercado financeiro dos EUA que "inventou"a comercialização dos títulos subprime.
Os americanos tem na cultura do medo algo bastante forte em sua construção político-ideológica e Michael Moore abordou essa questão em seu documentário "Tiros em Columbine". O medo dos índios,mais tarde,o medo dos negros,posteriormente,o medo dos imigrantes,do árabes,dos narcotraficantes e o vilão definitivo e apátrida é o genérico ser classificado como "Terrorista".
A idéia de apresentar Obama como um "socialista"que se dispõe a dialogar com Fidel Castro,Hugo Chaves,e outros líderes comunistas ou terroristas,como o presidente do Irã,sem impor pré-condições já foi bastante explorado nessa campanha como uma demonstração do despreparo do candidato Democrata para lidar com a intrincada política internacional.
Os democratas mostram que McCain e Sara Palin são uma continuação da atual administração:belicista,financeira e econômicamente irresponsável,basta demonstrar às pessoas que a continuidade da administração republicana vai aprofundar a recessão que já é sentida em vários estados norte-americanos.
Mas as duas campanhas falam aos eleitores sobre projetos para a saúde,defesa,educação,contenção da crise,combustíveis alternativos,entre muitas outras propostas.O que assusta é não ver nenhuma referência à dívida dos EUA que hoje está em torno de 52 trilhões de dólares,valor difícil de ser assimilado em qualquer país,independente da moeda.Para simplificar a compreensão dessa dívida,hoje cada família nos EUA deveria 480 mil dólares.
Os americanos devem estar mais atentos às soluções para esse problema.
E mesmo com esses problemas,os EUA ainda falam em estabilizar a política interna do Iraque,ameaçam o Irã,falam em manter tropas no Afeganistão até que tenham derrotado o Talibã e exterminado a Al-Qaeda.Os gastos com essa imensa máquina de guerra, em nada ajudam os norte-americanos que estão perdendo suas casas na crise das hipotecas,a grande farra do mercado financeiro dos EUA que "inventou"a comercialização dos títulos subprime.
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