segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Eleições nos EUA,o que esperar?

Últimos momentos da campanha nos EUA e os dois candidatos cumprem uma verdadeira maratona de comícios.Barak Obama, o candidato democrata está preocupado em manter as pessoas mobilizadas,adverte que pesquisa não ganha eleição,é importante o comparecimento de todos porque a memória das fraudes que elegeram George W.Bush ainda são intensas.
John McCain e Sara Palin partem para um discurso cada vez mais agressivo,reforçam a idéia de que Obama é socialista,que vai aumentar os impostos,entre outros argumentos destinados a assustar a parcela mais conservadora do eleitorado norte-americano.
A revista inglesa "The Economist", uma das mais prestigiadas publicações no meio financeiro e diplomático,declarou seu apoio ao senador Obama e diz que a eleição de um candidato democrata com as características do senador pelo estado do Illinois representa uma mudança substancial na política interna dos EUA e também será uma mensagem importante para outros países.
Os EUA vivem a pior crise finaneira e econômica de sua história nos últimos 75 anos.O país envolveu-se em conflitos no Iraque e no Afeganistão,tem despesas militares elevadíssimas em campanhas nas quais as perspectivas de êxito parecem ser cada vez mais remotas,mesmo assim McCain insiste que se eleito trará os soldados para casa após vencerem no Iraque e no Afeganistão,no caso desse último país,apenas para registro,o último general a conquistar aquela inóspita região foi Alexandre,o Grande.Pouco tempo depois ele morreu.
A necessidade de gerar empregos,recuperar a imagem externa do país,restaurar o diálogo com aliados e opositores,essas são as tarefas mais imediatas que o novo presidente deverá enfrentar.O país não está dividido como alguns querem fazer crer.Mas é árdua a tarefa de resgatar a imagem do país e,também existe uma outra questão importante: The Patriotic Act.A lei que permite ao Estado vasculhar a vida alheia,prender pessoas sob a vaga acusação de terrorismo,ameaça à liberdade,coisas do gênero.Rediscutir a liberdade e a democracia nos EUA é tarefa igualmente importante.

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