A literatura é um mundo fantástico no qual podemos nos transportar para diferentes terras,sotaques,conflitos.Sempre julguei um livro bom por sua capacidade de me transportar,admiro os autores que conseguem nos fazer ver o lugar que estão descrevendo,ou aqueles cuja minúncia descritiva permite ler a cena como se fosse o quadro de um filme,uma fotografia ou pintura.
Frederik Forsyte,em "O Dia do Chacal"é descritivo e envolvente,em "Cem Anos de Solidão"Gabriel Garcia Marquez nos transporta até o povoado perdido de Macondo,uma cidade imaginária.Jorge Amado,em "Tenda dos Milagres" permite que vejamos o preconceituoso professor Dargolo,da faculdade de medicina da Bahia,e também o jovem bedel a quem ele desprezava profundmente.
Umberto Eco nos transporta para a Idade Média em dois livros excelentes: "O Nome da Rosa"e "Baudolino", e com uma qualidade narrativa sensacional,o galês Ken Follet, em "Os Pilares da Terra"nos permite olhar para a Inglaterra do século XIV.
José de Alencar,em "O Guarani",descreve os índios Peri e Ceci,dentro do romantismo idealizador do seu período,e em outra escola,no realismo,Álvares de Azevedo descreve "O Cortiço", e podemos ver a sensualidade de uma Rita Baiana em todos os detalhes,e quando Érico Veríssimo nos apresenta a "Um Certo Capitão Rodrigo",em sua obra "O Tempo e o Vento",o personagem toma vida e nos leva aos conflitos e guerras no RS...
Mas,Machado de Assis,quando descreve seus personagens em Dom Casmurro usa uma expressão que nos permite ver Capitú e seus "olhos de ressaca"uma parte da personagem para que o leitor construa sua própria imagem daquela que é deixada propositadamente ao julgamento de quem lê a narrativa do marido.Teria ou não traído Casmurro?cada leitor faz seu juizo.
Assim a literatura educa e diverte,cria e transporta a lugares incríveis e olhar as pessoas por aí e imaginar se elas tem "olhos de ressaca", ou são sedutoramente distantes como "engraçadinha", quem sabe,os "lábios de mel e os cabelos negros como a asa da graúna"...depende das imagens que projetamos e daquilo que desejamos ver..
Frederik Forsyte,em "O Dia do Chacal"é descritivo e envolvente,em "Cem Anos de Solidão"Gabriel Garcia Marquez nos transporta até o povoado perdido de Macondo,uma cidade imaginária.Jorge Amado,em "Tenda dos Milagres" permite que vejamos o preconceituoso professor Dargolo,da faculdade de medicina da Bahia,e também o jovem bedel a quem ele desprezava profundmente.
Umberto Eco nos transporta para a Idade Média em dois livros excelentes: "O Nome da Rosa"e "Baudolino", e com uma qualidade narrativa sensacional,o galês Ken Follet, em "Os Pilares da Terra"nos permite olhar para a Inglaterra do século XIV.
José de Alencar,em "O Guarani",descreve os índios Peri e Ceci,dentro do romantismo idealizador do seu período,e em outra escola,no realismo,Álvares de Azevedo descreve "O Cortiço", e podemos ver a sensualidade de uma Rita Baiana em todos os detalhes,e quando Érico Veríssimo nos apresenta a "Um Certo Capitão Rodrigo",em sua obra "O Tempo e o Vento",o personagem toma vida e nos leva aos conflitos e guerras no RS...
Mas,Machado de Assis,quando descreve seus personagens em Dom Casmurro usa uma expressão que nos permite ver Capitú e seus "olhos de ressaca"uma parte da personagem para que o leitor construa sua própria imagem daquela que é deixada propositadamente ao julgamento de quem lê a narrativa do marido.Teria ou não traído Casmurro?cada leitor faz seu juizo.
Assim a literatura educa e diverte,cria e transporta a lugares incríveis e olhar as pessoas por aí e imaginar se elas tem "olhos de ressaca", ou são sedutoramente distantes como "engraçadinha", quem sabe,os "lábios de mel e os cabelos negros como a asa da graúna"...depende das imagens que projetamos e daquilo que desejamos ver..
Um comentário:
.. esse é sem comentários rs .. @.@
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