Estranho país esse onde a imprensa se declara imparcial,mantém distância mas aomesmo tempo escolhe inimigos,elege a importância que será dada a determinados fatos..No caso do bandido banqueiro Daniel Dantas,o delegado está sendo convertido em acusado.Luís Nassif e Paulo Henrique Amorin são dos poucos jornalistas que,em seus respectivos blogs,ousam desafiar a grande imprensa e desejam realmente saber o que há por trás de todos esses episódios envolvendo uma operação da PF.
A Folha de SP foi um jornal que,dez anos atrás chegou a ter uma tiragem diária superior a 500 mil exemplares ao dia e,as edições de domingo tinham o dobro.Mas o jornal tem se preocupado em eleger batalhas discutíveis,partiu para um denuncismo digno de tablóides e,como resultado disso,hoje a tiragem caiu em torno de 41% e,aos domingos,conforme a edição do último da 15/03,foram apenas 399 mil exemplares,ante mais de um milhão,apenas dez anos atrás.
Tenho um exemplar da Revista Veja,da semana que antecedeu a edição do AI-5.O ato mais violento da Ditadura Miliar.Mostrava uma fotomontagem do Congresso Nacional partido.Houve um tempo em que a revista praticava um jornalista mais śerio mas,com o tempo e as dificuldades econômicas,a qualidade dos jornalistas foi decaindo.Uma revista onde Jô Soares publicou deliciosas crônicas,Millor Fernandes escreveu coisas muito boas,hoje tem entre seus colaboradores gente como Diogo Mainardi..isso dá uma idéia do quanto caiu o padrão da revista...
O povo tem direito a uma informação qualificada,não importa se isso ocorre através do rádio,da tv ou de materiais impressos.Episódios recentes mostram que a mídia tem feito escolhas e a verdade demora a ser exposta,prevalecem as versões ao invés dos fatos..uma pena,mas o povo conversa,discute e toma partido,apesar dos desejos dos jornalistas e seus editores.
A Folha de SP foi um jornal que,dez anos atrás chegou a ter uma tiragem diária superior a 500 mil exemplares ao dia e,as edições de domingo tinham o dobro.Mas o jornal tem se preocupado em eleger batalhas discutíveis,partiu para um denuncismo digno de tablóides e,como resultado disso,hoje a tiragem caiu em torno de 41% e,aos domingos,conforme a edição do último da 15/03,foram apenas 399 mil exemplares,ante mais de um milhão,apenas dez anos atrás.
Tenho um exemplar da Revista Veja,da semana que antecedeu a edição do AI-5.O ato mais violento da Ditadura Miliar.Mostrava uma fotomontagem do Congresso Nacional partido.Houve um tempo em que a revista praticava um jornalista mais śerio mas,com o tempo e as dificuldades econômicas,a qualidade dos jornalistas foi decaindo.Uma revista onde Jô Soares publicou deliciosas crônicas,Millor Fernandes escreveu coisas muito boas,hoje tem entre seus colaboradores gente como Diogo Mainardi..isso dá uma idéia do quanto caiu o padrão da revista...
O povo tem direito a uma informação qualificada,não importa se isso ocorre através do rádio,da tv ou de materiais impressos.Episódios recentes mostram que a mídia tem feito escolhas e a verdade demora a ser exposta,prevalecem as versões ao invés dos fatos..uma pena,mas o povo conversa,discute e toma partido,apesar dos desejos dos jornalistas e seus editores.
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