Cotas,minorias,demarcação das terras indígenas,MST,reforma agrária,Lei Maria da Penha,o Brasil avança em leis e interpretações importantes mas,ainda falta muito para que alcancemos um padrão mais evoluído e,existe a questão do preconceito e da intolerância que,mesmo mascarados,são bastante fortes no Brasil.
Na lista de profissões da OIT(organização internacional do trabalho) consta a prostituição e,em muitos países ela é tratada dessa maneira,uma escolha,meio de ganhar a vida vendendo prazer,sexo...se as pessoas concordam ou não com esse meio,trata-se de foro interno,mas trata-se de um assunto que deveria merecer novs discussões,sair do campo da falsa moral,de uma sociedade que veste mantos hipócritas e condena condutas,mas ao mesmo tempo,quando isso acontece em uma novela,a exemplo da personagem "Bebel"vivida pela atriz Camila Pitanga em recente novela da Globo,as coisas eram tratadas de outra forma.
Dentro da lógica das intolerâncias,o ministro Marco Aurélio Mello,do STF publicou um texto,na verdade uma entrevista que deu à Folha de São Paulo,cujo título,"A Igualdade é Colorida" aborda a questão do homossexualismo no Brasil,de serem pessoas produtivas,que pagam impostos mas,como cidadãos são excluídos,tem seus direitos violados,sofrem preconceito e violência e,segundo a matéria do jornal,são em torno de 18 milhões de pessoas,ou seja,aproximadamente 10% da população.
Os avanços dos quais falei acima,excluíram os homossexuais que também deveriam ter proteção do Estado,como uma minoria exposta à violência.Segundo informações contidas no artigo "Viado Tem que Morrer",escrito pelo antropólogo e ativista do Grupo Gay da Bahia,Luíz Mott,um homossexual é assassinado no Brasil a cada três dias.Violência movida pelo preconceito e a intolerância.
Em alguns lugares começam a ser postas em prática políticas públicas para tratar desse problema.No ano passado,o governo do Mranhão inaugurou uma delegacia especializada de atendimento aos homossexuais.Mas a verdade é que faltam políticas nacionais integradas e,no meio jurídico esse debate tem ficado restrito a questões sucessórias,disputas por herança ou,assuntos previdenciários.Existe muito a ser feito e,todos aqueles que pesquisam,trabalham com o direito,são estudantes elaborando suas dissertações de conclusão de curso,considerem esse tema e suas implicações constitucionais,assim como o jogo e a prostituição,como ítens a considerar.
Na lista de profissões da OIT(organização internacional do trabalho) consta a prostituição e,em muitos países ela é tratada dessa maneira,uma escolha,meio de ganhar a vida vendendo prazer,sexo...se as pessoas concordam ou não com esse meio,trata-se de foro interno,mas trata-se de um assunto que deveria merecer novs discussões,sair do campo da falsa moral,de uma sociedade que veste mantos hipócritas e condena condutas,mas ao mesmo tempo,quando isso acontece em uma novela,a exemplo da personagem "Bebel"vivida pela atriz Camila Pitanga em recente novela da Globo,as coisas eram tratadas de outra forma.
Dentro da lógica das intolerâncias,o ministro Marco Aurélio Mello,do STF publicou um texto,na verdade uma entrevista que deu à Folha de São Paulo,cujo título,"A Igualdade é Colorida" aborda a questão do homossexualismo no Brasil,de serem pessoas produtivas,que pagam impostos mas,como cidadãos são excluídos,tem seus direitos violados,sofrem preconceito e violência e,segundo a matéria do jornal,são em torno de 18 milhões de pessoas,ou seja,aproximadamente 10% da população.
Os avanços dos quais falei acima,excluíram os homossexuais que também deveriam ter proteção do Estado,como uma minoria exposta à violência.Segundo informações contidas no artigo "Viado Tem que Morrer",escrito pelo antropólogo e ativista do Grupo Gay da Bahia,Luíz Mott,um homossexual é assassinado no Brasil a cada três dias.Violência movida pelo preconceito e a intolerância.
Em alguns lugares começam a ser postas em prática políticas públicas para tratar desse problema.No ano passado,o governo do Mranhão inaugurou uma delegacia especializada de atendimento aos homossexuais.Mas a verdade é que faltam políticas nacionais integradas e,no meio jurídico esse debate tem ficado restrito a questões sucessórias,disputas por herança ou,assuntos previdenciários.Existe muito a ser feito e,todos aqueles que pesquisam,trabalham com o direito,são estudantes elaborando suas dissertações de conclusão de curso,considerem esse tema e suas implicações constitucionais,assim como o jogo e a prostituição,como ítens a considerar.
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