segunda-feira, 19 de abril de 2010

Armando estava Lá

Final do campeonato Carioca. Mais uma vez Botafogo e Flamengo se enfrentaram e finalmente,depois de 3 frustradas tentativas, o clube da estrela solitária conseguiu sagrar-se campeão. Foi um belo jogo em que o juiz atuou bem, os jogadores buscaram cumprir o que estava previsto pelos treinadores e tudo poderia acontecer.

Os flamenguistas estavam com a sensação de que mais uma vez fariam o Botafogo ser vice. Desejavam a taça, queriam disputar a final e caso vencessem ontem disputariam mais dois jogos com o mesmo Botafogo que havia ganhado a Taça Rio e se qualificado como finalista do Carioca. Mas dessa vez não houve a ganância por duas novas bilheterias. Queriam vencer e ser campeões, liquidar logo a fatura. E assim os jogadores do clube da estrela solitária se comportaram e colheram o fruto de seu esforço.

Um ilustre botafoguense, mestre das palavras, jornalista inatacável, criador de inúmeras frases, o grande Armando Nogueira, que dizia: "Torcer para o Botafogo é uma predestinação". Armando nos deu textos belíssimos e sem dúvida teria como pintar esse campeonato com sua maestria. Mas eu acredito sim que ele estava lá com sua paixão. Esteve lá quando Herrera converteu o Penalty em gol e depois, quando "Loco Abreu"também fez o seu gol e mais especialmente, ele "voou" junto com o goleiro Jefferson na hora de defender o penalty cobrado por Adriano. Armando estava nas roubadas de bola, no esforço coletivo, no imaginário da torcida e nos sonhos coletivos. Sim, tenho certeza que Armando estava lá, pois ele permanece entre nós e seus textos românticos, antologias maravilhosas de crônicas esportivas merecem ser adotados como "cartilhas"para todo pretendente a jornalista esportivo que tenha um pouco de cultura e bom senso.
Parabéns ao Botafogo. Gostaria que eles fizessem uma homenagem ao Armando, pois ele merece.

teatro em Dois Momentos

Ao viajar para a cidade de São Paulo na semana que passou, entre atividades culturais e de trabalho, aproveitei para ir ao teatro. Há dois musicais oriundos da Brodway em cartaz: "Cats"e "O Rei e Eu." A primeira em exibição no Teatro Abril está sendo bastante badalada, a cantora e também jurada do programa "Ídolos"da Rede Record de Televisão, Paula Lima, integra o elenco e as músicas ou suas versões para o português tem a assinatura de Toquinho.

Confesso a vocês que me decepcionei com o que vi. Faltou uma condução que desse linearidade à história que pretendiam contar e as letras das músicas, ao preservarem expressões em inglês, também comprometeram. Ainda não fui pesquisar para saber o que seria um "gato gélico" ou uma "gata gambi". Não sei se trata-se de uma raça, um tipo qualquer, uma referência aos gatos de rua ou o que quer que isso possa significar. O cenário era por demais escuro, e mesmo que os solos de Paula Lima fossem qualificados, como também a atuação de alguns atores, em seu conjunto, não é uma peça que eu recomende e muito menos, que me disponha a ver novamente, ao menos com as letras e montagem atuais.

No sábado fui ao Teatro Alpha. Grande, bem administrado, suntuoso, com excelente acústica e um palco enorme e mesmo que esteja distante quando tomamos como ponto de partida a região da Augusta,Haddock Lobo e adjacências, vale à pena ir lá. A peça em cartaz: O Rei e Eu. Tuca Andrada excelente como protagonista do rei de Sião ( atual Thailândia) , o elenco muito bom, as canções adequadas, uma história com nexo e sentido. O figurino era lindo e suntuoso. O teatro não estava cheio como a peça e os atores mereciam e espero que a divulgação e as pessoas que viram recomendem aos seus amigos,o que faço aqui: se for a SP vá assistir essa peça. Apesar do apelo de "Cats" e caso prefira ver as duas sugiro deixar o melhor para o fim mas, se tiver que eleger prioridades, sua escolha inteligente será : O Rei e Eu.

O teatro é sempre uma experiência positiva da qual devemos procurar reter o que de melhor existe. Não sigo o gosto da moda ou de quem dá entrevistas ao Jô Soares...Estou sendo fiel àquilo que gostei e sempre fui fã de Toquinho, assina músicas lindas que fazem parte da galeria de clássicos da MPB e o que vi em "Cats" em nada me lembra o parceiro do garnde Vinícius de Moraes.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

As Drogas...existem várias

Muitas vezes vemos campanhas contra as drogas e nem sempre elas alcançam o efeito desejado,entre outras coisas porque,de certa forma,mesmo que seja contra,ainda assim é uma forma de propaganda.Fala-se dos traficantes,da violëncia envolvida nesse tipo de negócio,pedem que a legislação seja mais dura contra aqueles que exploram o negócio.
Ao analisar apenas sob o prisma econömico,trata-se de um negócio atraente,com potencial de lucro elevado e quando a polícia prende ou mata um traficante,aumentam os preços porque houve redução na oferta,e isso faz com que outros rápidamente tomem o lugar daquele que morreu ou foi preso.
Pretendo retomar essa análise com mais calma,mas estava falando sobre as campanhas porque nesse espírito,não sei se muitos já leram,mas Luís Fernando Veríssimo escreveu um texto ótimo,que tomo a liberdade de divulgar aqui..


O USO DE DROGAS
(Depoimento emocionado de Luiz Fernando Veríssimo sobre sua experiência com as drogas).

Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de experimenta, depois quando você quiser é só parar... e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", da terra, que não fazia mal, e me deu um inofensivo
disco do Chitãozinho e Xororó e em seguida um do Leandro e Leonardo. Achei legal, uma coisa bem brasileira.
Mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Lembro que cheguei na loja e pedi:
- Me dá um CD do Zezé de Camargo e Luciano.
Era o princípio de tudo! Logo resolvi experimentar algo diferente e ele
me ofereceu um CD de Axé. Ele dizia que era para relaxar; sabe, coisa
leve... Banda Eva, Cheiro de Amor, Netinho, etc. Com o tempo, meu amigo
foi me oferecendo coisas piores... o Tchan, Companhia do Pagode e muito
mais.
Após o uso contínuo, eu já não queria saber de coisas leves, eu queria
algo mais pesado, mais desafiador, que me fizesse mexer os quadris como
eu nunca havia mexido antes. Então, meu amigo me deu o que eu queria, um CD do Harmonia do Samba. Minha bunda passou a ser o centro da minha
vida, razão do meu existir. Pensava só nessa parte do corpo, respirava
por ela, vivia por ela!
Mas, depois de muito tempo de consumo, a droga perde efeito, e você começa a querer cada vez mais, mais, mais... Comecei a freqüentar o submundo e correr atrás das paradas. Foi a partir daí que começou a
minha decadência. Fui ao show e ao encontro dos grupos Karametade e Só Pra Contrariar, e até comprei a Caras que tinha o Rodriguinho na capa.
Quando dei por mim, já estava com o cabelo pintado de loiro, minha mão tinha crescido muito em função do pandeiro. Meus polegares já não se mexiam por eu passar o tempo todo fazendo sinais de positivo. Não deu outra entrei para um grupo de pagode. Enquanto vários outros viciados cantavam uma música que não dizia nada, eu e mais outros 12 infelizes dançávamos alguns passinhos ensaiados, sorríamos e fazíamos sinais combinados.
Lembro-me de um dia quando entrei nas lojas Americanas e pedi a Coletânea "As melhores do Molejo". Foi terrível! Eu já não pensava mais!!! Meu senso crítico havia sido dissolvido pelas rimas miseráveis e letras pouco arrojadas. Meu cérebro estava travado, não pensava em mais nada.
Mas a fase negra ainda estava por vir. Cheguei ao fundo do poço, ao limiar da condição humana, quando comecei a escutar popozudas, bondes, tigres, MC Serginho, Lacraias, motinhas e tapinhas.
Comecei a ter delírio e a dizer coisas sem sentido e quando saía à noite para as festas, pedia tapas na cara e fazia gestos obscenos. Fui cercado por outros drogados, usuários das drogas mais estranhas que queriam me mostrar o caminho das pedras... Minha fraqueza era tanta que estive próximo de sucumbir aos radicais e ser dominado pela droga mais poderosa do mercado: Ki-Kokolexo.
Hoje estou internado em uma clínica. Meus verdadeiros amigos fizeram a única coisa que poderiam ter feito por mim. Meu tratamento está sendo muito duro doses cavalares de MPB, Bossa-Nova, Rock Progressivo e Blues.
Mas o médico falou que eu talvez tenha de recorrer ao Jazz, e até mesmo a Mozart, Beethoven e Bach.
Mozart
Queria aproveitar a oportunidade e aconselhar as pessoas a não se
entregarem a esse tipo de droga. Os traficantes só pensam no dinheiro.
Eles não se preocupam com a sua saúde, por isso tapam a visão para as coisas boas e te oferecem drogas. Se você não reagir, vai acabar drogado alienado, inculto, manobrável, consumível, descartável, distante.
Vai perder as referências e definhar mentalmente. Em vez de encher a
cabeça com porcaria, pratique esportes e, na dúvida, se não puder distinguir o que é droga ou não, faça o seguinte:
-Não ligue a TV no domingo à tarde;
-Não entre em carros com adesivos "Fui.....";
-Se te oferecerem um CD, procure saber se o indivíduo foi ao programa da
Hebe e ou ao Domingo Legal do Gugu; Mulheres gritando histericamente são outro indício;
-Não compre um CD que tenha mais de 6 pessoas na capa; (essa é boa!)
-Não vá a shows em que os suspeitos façam passos ensaiados;
-Não compre nenhum CD que tenha vendido mais de um milhão de cópias no Brasil, e...
-Não escute nada em que o autor não consiga uma concordância verbal
mínima.
Diga não às drogas!
A vida é bela! Eu sei que você consegue!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Matemática Maltratada

Já disse aqui em outra oportunidade que lamento pelas professoras de matemática que tive na infäncia,creio que nem elas gostavam da matéria e aquilo parecia então um castigo ao qual nos submetiam.Eu não sabia se ir ao dentista com aquele motorzinho sádico ou encarar as aulas de matemática se equivaliam,mas intimamente os dois programas eram coisas das quais eu fugia apavorado.

Mas tempos depois tive que reaprender a matemática e gostei dela.Nesse processo tive o prazer de conviver com mulheres fantásticas e que entre si tinham algo em comum:a matemática.Magáli,Dolurdes,Rosana,Maria Laura,Jö,Renata lecionavam matemática e convivi com elas em lugares onde lecionei,especialmente no saudoso Colégio Americano,em Porto Alegre.Também houve um professor,Amadeu Barin Filho,apaixonado pela matemática.Esse convívio me ajudou a ter uma nova relação com a temida matéria.
E algumas leituras de economia,estudos e análises gráficas,os horizontes foram sendo expandidos gradualmente."O Diabo dos Números" foi um livro que ajudou e recomendo a todos que tenham alguma dificuldade com a matemática.Ainda não sou bom em fórmulas básicas mas calcular percentagens,entre outras coisas,aprendi e consigo fazer uma análise razoável de informações financeiras,balancetes e coisas do gënero.
Mas o ensino da matemática veio se deteriorando porque a qualidade dos alunos e do sistema educacional faz tempo entrou em crise e os "investidores" do mercado educacional ,para não perderem alunos pagantes,optaram por sacrificar a qualidade e mesmo que os professores ainda tenham boas intenções,a coisa fica difícil.Nesse contexto,reproduzo aqui um material que me foi enviado por uma daquelas queridas amigas que citei acima.
A Evolução do Ensino da Aritmética
1. Ensino de matemática em 1950:Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda. Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. Escolha a resposta certa, que indica o lucro:( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00

5. Ensino de matemática em 2000:Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção é R$80,00. O lucro é de R$ 20,00.Está certo?( )SIM ( ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:Um lenhador vende um carro de lenha por R$100,00. O custo de produção é R$ 80,00.Se você souber ler coloque um X no R$ 20,00. ( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
E com medidas facilitadoras e novas discussões sobre minorias,cotas e egressos do ensino público,preocupa-me como isso ainda pode evoluir negativamente....

A Amazönia é Nossa?

As discussões sobre a Amazönia,domínio físico e interferëncias externas já ocuparam revistas e jornais brasileiros,matérias na mídia internacional,fóruns políticos e até na campanha da ex-ministra,desenvolvimento sustentável está na pauta.Mas não se trata apenas de explorar nossas riquezas com inteligëncia,existe sempre a questão da soberania da qual não podemos abrir mão e nesse contexto foi reproduzir aqui material inquietante que me foi enviado.Peço às pessoas que lëem esse blog e nem sempre deixam seus comentários,que ajudem a divulgar esse material,pois creio que o mesmo seja do interesse de todos os brasileiros.
A P R Ó X I M A G U E R R A


(Segue abaixo o relato de Mara Silvia Alexandre Costa, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece)




As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui. Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução. Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades.


Na única rodovia que existe em direção ao Brasil que liga Boa Vista a Manaus, (cerca de 800 km ) existe um trecho de aproximadamente 200 km da reserva indígena Waimiri Atroari por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.



Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe II: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar.... A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas.


É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se você quiser montar um empresa para expo rtar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc, medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia.



Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia - e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes.. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí: Irão, não, minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa. A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas.



Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico.Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada,principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático). Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano , pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares. Pergunto inocentemente às pessoas; 'Porque os americanos querem tanto proteger os índios?'


A resposta é absolutamente a mesma; porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO. Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma autoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho.. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa? Acho que sim. Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.


Mara Silvia Alexandre Costa, Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag. Patog.. FMRP - USP


Opinião pessoal: Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra.


Conto com sua participação, no envio deste e-mail..


Celso Luiz Borges de Oliveira, Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 (19) 9136-6472

Bom Senso No Caos

No momento em que escrevo esse texto,faz mais de 24 horas que chove no Rio de Janeiro,baixada,Niterói.As autoridades pediram que as pessoas não saíssem de suas casa e o fizessem apenas em caso de extrema necessidade.As universidades federais,estaduais,o Ministério Público,a Defensoria Pública e o Tribunal de Justiça interromperam suas atividades para contribuir nesse momento de caos urbano.Uma demonstração de bom senso das autoridades.
Deslizamentos em encostas,mortes,fatos que se repetem em épocas de chuvas.Em Petrópolis mais uma vez já ocorreram mortes e mesmo assim as pessoas insistem em fazer suas casas em áreas de risco,desmatam as encostas e depois querem que o poder público as socorra no momento da tragédia.
A favelização,a ocupação irregular de áreas,os desmatamentos,tudo isso contribui para que os problemas se agravem e não podemos esquecer do lixo nas ruas,as pessoas também não ajudam e depois reclamam das autoridades.É preciso bom senso também na hora de criticar,ao invés da mera exploração política.Culpa do governador?da Dilma?do Prefeito?Ora,quem sabe seria oportuno convocar São Pedro para a próxima CPI pluvial.