sexta-feira, 22 de outubro de 2010

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As coisas circulam na internet e muitas informações importantes merecem ser retransmitidas e analisadas com cuidado. Existe sim a intenção em desestabilizar o governo Lula e mais intensamente ainda aquele que sucedê-lo, caso não seja alguém com interesses comuns aos dos grupos interessados em retomar o controle sobre o país, não apenas de olho no pré-sal, mas também em nossas reservas hídricas e também em uma área estratégica que muitos desconhecem e que FHC quase cedeu aos EUA: a base de Alcântara,MA.
Os EUA não conseguiram manter as bases militares que tinham na Nicarágua, El Salvador e no Equador. Obtiveram sucesso com um acordo no Paraguay mas a vitória de Fernando Lugo tornou mais difícil a implantação da base naquele país.Escrevi sobre essas questões aqui, quando o Le Monde Diplomatique Brasil publicou uma reportagem extensa sobre a reativação da sexta frota Norte Americana, que tem como "área de ação" a América do Sul.
Os tempos de meros e simples golpes militares, como ocorreu em nossa região na década de 1960 não são mais tão comuns. Hoje em dia é necessário um processo desestabilizador muito mais elaborado e onde os meios de comunicação possuem um papel fundamental. Não se trata de ficar vendo teorias da conspiração onde quer que possam estar, mas devemos estar atentos aos discursos e sinais de golpismo quando sabemos que modelos de governo contrários ao poder de certos grupos de interesse tornam-se inimigos e nesse ponto temos mais em comum com Ahmadinejad, Chavez e Rafael Correa do que eu gostaria de admitir:potenciais objetos de interesse e cobiça.: Brasil, Venezuela, Irã, Equador, Colombia,Paraguay,entre outros.É preciso estar atento.

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